Cada estação do ano apresenta desafios específicos para os profissionais da impermeabilização. Durante o inverno e os períodos de chuva, a principal preocupação é a humidade presente nos suportes, que pode comprometer a aderência e a cura dos sistemas aplicados. Já no verão, apesar das superfícies permanecerem mais secas, surgem novos obstáculos relacionados com as temperaturas elevadas e o desconforto térmico durante a aplicação.
Membranas de aplicação a frio: rapidez que exige experiência
As membranas de aplicação a frio destacam-se pela sua cura rápida e elevada eficiência. No entanto, essa mesma característica pode tornar-se um desafio durante os meses mais quentes do ano.

Com temperaturas ambiente e de suporte mais elevadas, o processo de cura acelera significativamente, reduzindo o tempo de manuseamento (pot life) do produto. Em aplicações manuais, isso pode dificultar a uniformização da membrana e comprometer a obtenção de uma espessura homogênea.
Entre as soluções disponíveis no mercado, a Impermeax ST, da Krypton Chemical, destaca-se por características especialmente vantajosas para aplicações em temperaturas elevadas
Monocomponente: mais flexibilidade em obra
Por ser uma membrana monocomponente, a Impermeax ST permite utilizar apenas a quantidade necessária de produto, sem necessidade de misturar dois componentes. Isto facilita trabalhos parciais ou aplicações faseadas, reduzindo desperdícios e minimizando o risco de endurecimento prematuro do material armazenado (consultar sempre a ficha técnica do produto).
Pot life mais elevado
Outra vantagem importante é o seu maior tempo de manuseamento. Esta característica permite ao aplicador trabalhar com maior controlo e segurança, favorecendo uma aplicação mais homogénea mesmo em dias de calor intenso.
Impermeabilização a quente: quando o desafio está no aplicador
apresentam uma cura extremamente rápida tanto no verão como no inverno. Após curadas, oferecem elevada resistência térmica, podendo suportar temperaturas até 180 °C.
No entanto, durante os meses de verão, o principal desafio deixa de estar relacionado com o produto e passa a estar diretamente ligado às condições de trabalho do aplicador.
Em coberturas expostas ao sol, onde as temperaturas podem ultrapassar os 35 °C, a utilização obrigatória de EPI — como fato de proteção e máscara — aumenta significativamente o desconforto térmico. Como consequência, o aplicador tende a transpirar mais, e até pequenas gotas de suor podem comprometer o resultado final da impermeabilização.
Isto acontece porque, após a cura da poliureia, forma-se uma membrana contínua e impermeável. Se existir qualquer presença de água no suporte — mesmo em pequenas quantidades, como uma gota de suor — podem surgir deformações ou bolhas na aplicação, denominados pin holes.
Equipamentos de conforto: investimento na qualidade e segurança

Para garantir melhores condições de trabalho e aplicações mais seguras, o investimento em equipamentos de conforto térmico torna-se cada vez mais importante.
Sistemas de respiração assistida ou máscaras de ar comprimido ajudam não só na proteção contra partículas dispersas no ar, como também contribuem para o conforto do aplicador ao fornecer ar refrigerado durante a aplicação.
Além de melhorar o bem-estar da equipa em obra, estas soluções contribuem diretamente para uma impermeabilização mais uniforme e com menor risco de patologias futuras.
Formação e acompanhamento fazem a diferença
Os profissionais da impermeabilização sabem que os desafios variam ao longo do ano. Por isso, contar com formação técnica adequada, acompanhamento especializado e os equipamentos corretos é essencial para garantir resultados de elevada qualidade em qualquer estação.
A Globalpur disponibiliza formação contínua e acompanhamento técnico especializado aos seus clientes, ajudando empresas aplicadoras a encontrar as melhores soluções para cada tipo de obra e condição climática.


